Priscila Armani – Jornalista

Cinema, cultura, mídia e variedades nas palavras livres de uma jornalista.

Conhecendo Woody Allen

with one comment

Assistir “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa” (“Annie Hall” no título original) foi uma experiência interessante. Conheço pouco de Woody Allen e esse é o único filme dele a integrar a lista dos 100 melhores de todos os tempos da Bravo! Alugamos ele e “Deus e o Diabo na Terra do Sol“, de Glauber Rocha. Mas esse eu vou assistir amanhã.

O filme, basicamente, conta a história de Alvy Singer (interpretado por Woody), que foi casado com duas mulheres e então conhece Annie e quer ficar com ela, mas isso não é tão fácil assim. Ele é um homem extremamente estranho, altamente complexado pelo fato de ser judeu e ter sido criado em uma família insana no Brooklyn, em Nova York. Em alguns momentos quer levar Annie à sério, mas não quer mais um casamento. Ao mesmo tempo, não quer outros relacionamentos. Fica pertubado pelo fato de que ela usa entorpecentes ao fazer sexo (há cenas de experimentação de cocaína perto dos dois e Woody recusa, ela não diz que sim nem que não e aí há uma cena hilária). Ela o chama de volta, quando acham que tudo acabou. E aí é ele que quer voltar, mas ela se recusa. Uma confusão.

Por sua interpretação, Diane Keaton ganhou o Oscar de melhor atriz. O filme também ganhou as estatuetas de melhor diretor, para Woody Allen, melhor roteiro (escrito por Allen em parceria com Brickman) e melhor filme em 1978. Woody foi indicado a melhor ator, mas não levou.

É um filme bom, engraçado, mas que nos leva a refletir. O final é, particulamente, bastante sério. E nos leva a pensar montes de coisas, especialmente quem possui relacionamento sério.

Eu recomendo e agora fiquei um pouco mais curiosa para conhecer os outros de Woody, particulamente Zelig, do qual já ouvi tantas pessoas falando bem.

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Written by Priscila Armani

sábado, junho 28, 2008 às 11:16 pm

Uma resposta

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  1. Recomendo, além do Zelig, pelo menos outros 3 filmes excepcionais do Allen, Priscila:

    A Rosa Púrpura do Cairo

    Hannah e Suas Irmãs

    A Era do Rádio

    Pra mim, tudo obra-prima! Bjooooo!!!

    Bill Falcão

    quinta-feira, julho 3, 2008 at 9:55 pm


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